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Mais uma dia que passou. Mais um dia como qualquer outro dia destas últimas semanas que passou. Sem dúvida, uma boa estratégia de preparação para a vida adulta já que, até nos enterrarem, passaremos os nossos dias a fazer a mesma coisa, a mesma rotina, com as mesmas pessoas, nos mesmos lugares devotos de estímulos.
Em contrapartida, tive a oportunidade de ajudar uma senhora, que desprezo particularmente, e a quem tentei evitar a tudo o custo depois do meu café matinal, a carregar uma pilha de livros para o seu gabinete. Talvez alguém me esteja a tentar convencer de que não vale a pena guardar rancor contra certo tipo de pessoas mas não pode deixar de esboçar um sorriso quando reparei que a pilha que ela levava era provavelmente mais pesada do que a que eu tinha. Talvez hoje não fosse um bom dia para lições de moral.
O meu treino diário acabou abruptamente com uma bolha no dedo do pé. Valeria a pena continuar? Nah, é melhor ir para casa.
Para todos vós que julgam este blog moribundo digo não sejais parvos. A convalescença está para breve! Será uma digna farra de tópicos ainda mais desinteressantes e conteúdos de fazer levantar o sobrolho. E qual médico, que não sou (ainda nem posso usar o título de mestre), isto irá ser tudo corrido a gazuas e penicilina (e uma dieta rigorosa cura todos os males! Ou então usam-se sanguessugas), para que esteja tudo bonitinho e arrumadinho. Sempre a pensar em vós caros leitores, como sempre ;)
If a catholic was to ask me "Are you a fellow Christian as myself?"
If a Muslim was to ask me "Are you a fellow Muslim as myself?"
If a Hindu was to ask me "Are you a fellow Hindu as myself?"
To all of those questions I'd have to answer "No, my fellow human creatures, I am not."
If a catholic was to ask me "Do you believe in God?"
If a Muslim was to ask me "Do you believe in
If a Hindu was to ask me "Do you believe in Buddha?"
"I most certainly do."
Confused?
To everyone who's spent a second or two of his/her life wondering about the true meaning behind the subject of religion, I'm sure you've all come to the conclusion that despite each and every difference, all religions find foundations in a single soil: a supernatural entity that created and rules over everything that has come into existence since the beginning of times.
Well, I'm not different, therefore I too though about it and I too have come to the same conclusion: people do not follow a god that suits them but rather a religion that suits them. For me all religions are meaningless. They all talk about the same things only in different words. There's a 'heaven' and there's a 'hell'. Be good all you're life and live it according to what our books tell you to or you'll burn for all eternity...
If someone said that to my face I'd simply walk way for I'm not to be threatened or told how to live my life by someone that does not know me well enough to make such assumptions.
Being my knowledge of the world, of science, of life limited, I cannot go as far as I desired. We exist because we have a planet to inhabit, we have a planet to inhabit because of the Big Bang that created the universe,...then what? Another universe before ours? Nothing at all? Theories and more theories are all that we have. Therefore, the deus ex machina of this puzzle of mine must be, for the time being, and inexplicable entity.
I have no name to call it. Some people call it "God", some people call it "
Religion is just an excuse. An excuse to the downright irresponsibility of some and the downright greed of others. People get killed everyday in the name of religion and people get alienated and suffer on behalf of those beliefs.
It's quite hypocrite if you ask me. Every religious person spends great amounts of time praying to their god, assumingly. But if one of them was to kill another, and justify his actions by saying that "God" ordered him to do it, nobody would believe him. He'd be sent to jail and forgotten.
So, if I understand correctly, you try to talk with your god, but cannot believe that that same god will be able to talk to you? How's that for an interesting conversation?
But please do not misunderstand what I'm saying. I find every person that say he/she can hear God talking to be nothing but a loony.
All in all, people can and should believe in what ever the hell they wish to believe. Let's not question, criticize, analyze, quantify or described what cannot and should not.
Let's all just live our lives and let's all be righteous. Einstein knew it, and so should you.
Muito se queixam os portugueses do aumento das fatalidades nas estradas (não é que os portugueses sejam maus condutores. São sim estúpidos e convencidos de mais para cumprir as regras), da poluição atmosférica que está a matar os pinguins não sem onde, do congestionamento das vias., que é difícil estacionar-se o carro, que têm que sair de casa duas horas mais cedo por causa do trânsito, etc...
E o que é que acontece no momento em que surge uma boa motivação para se reduzir os maus hábitos rodoviários dos portugueses? Eles boicotam, eles queixam-se.
Ora eu digo que vocês não sabem o que querem.
Luciano Pavarotti
(12 de Outubro de1936 - 6 de Setembro de 2007)
Pela primeira vez, irá ser aqui apresentado um post interessante, não por este humilde blog mas pela grande alma que hoje se expirou. Hoje de manhã, dia 6 de Setembro, Maestro faleceu em sua casa em Modena, na Itália à idade de 71 anos. Leio estas mesmas palavras e considero-as demasiado efémeras para algo que devia ser eterno.
Por não saber mais que dizer, e no receio de dizer alguma barbaridade indesejada, aqui vos deixo um momento, sem dúvida marcante para aqueles que tiveram a honra de presenciar, e que espero dizer mais do que simples palavras:
Dirijo-me hoje a vós sob um enorme impulso de quebrar um pouco este spleen que por estes lado vai, isto por me encontrar sem placa de som no PC e, como consequência deste tão tremendo facto, não me poder embrenhar nas tarefas das quais, por hábito, me costumo embrenhar.
Vai daí que se irá ter, sendo o cenário este tão desinteressante blog, dois dedos de conversa podendo, no entanto, ser acrescentado mas alguns. Então. Dizei-me vós, que haverdes feito nas férias? Eu havido feito mui coisas. Haveio viajado para certos e determinados sítios sem nunca parar de fazer o que se costuma fazer nesses mesmos sítios. Conheci fulanos e, inclusive, daqueles que gostam, deveras, de dizer “O meu cunhado isto...” ou “Ah, eu tenho um cunhado que aquilo...”. Foram-se também feitas algumas soirées a certos sítios. Dou pois por concluido o primeiro dedo.
Um outro tema, excessivement grave, que veio atulhar a sociedade portuguesa de ainda maior imundice, é o de uma tal identidade que se apresenta pelo nome de ASAE. Ora, somos todos gentlemen, mas não deixo de vos considerar, nada mais, que um riacho de matéria putrefacta e imunda. Este riacho por todo o país escorre, trazendo nojo e calamidade, Irra! Mesmo a peste! Empesteis este nosso Portugal e não haverá sabão suficiente para o limpar. Estaremos para todo o sempre condenados a viver num monte de excremento e de matéria pútrida. Sois como uma unha podre do qual já crescem furuncolos e pêlos. O pus substitui-vos o sangue, humedecendo a vossa pele luzidia de um pudim amarelado de porcaria. E quanto maior for a vontade de limpeza, maior será a defecção que sobrecarregará os esgotos. Havedo dito.
Tendo sido vós tão bons companheiros de conversa, decidi cobrir a nossa aposta inicial de dois dedos, um deles bastante sujo e negro, que lembra mais um inchaço de peste, com mais um: “Ah, estai um tempo muito bom.”
Bebamos pois à saúde de Portugal que se encontra muito longe da convalescência. Filhos, é preciso amputar! Atiremos o vermute às goelas!